terça-feira, 9 de junho de 2015

Garrafa #14 - Bierbaum e coisas para se fazer num dia frio!

Boa ou ruim, foi a minha combinação, e foi excelente!

Imagem montada com a garrafa da Bierbaum
Garrafa #12 - Bierbaum

Bem vindos de novo!

Oi, Bem vindo mais uma vez ao meu blog!
Se você nunca degustou uma cerveja especial, se é um(a) iniciante no universo cervejeiro ou mesmo se é um mega entendedor, tenho quase certeza que você gosta de histórias, gosta de conhecer, então aqui é um lugar legal para você vir de vez em quando, bem vindo, bem vinda!

Um bom dia para falar sobre cerveja...
Hoje, meus amigos, é um dia legal para falar sobre cerveja ( sempre é :) ), e vou falar de uma que talvez você não conheça, vou aproveitar para dar mais uma dica de bar e vou também falar algumas curiosidades relacionadas ao universo cervejeiro que talvez você goste da saber. Então ajeita esse monitor aew (sugestão de um analista de sistemas: Não deixe o monitor muito perto de você, como este cara, reduza  o brilho e deixe-o na altura dos olhos ;-) ), fica sentadinho (ou sentadinha) nesta cadeira ou não veja as notificações do Whatsapp e nem do Facebook até rolar a página até o final, beleza? Eu espero que você goste desta postagem.
Ahh.. se não for pedir muito, dê um like e compartilhe no Facebook, pra dar uma força ;-)

Bem vindo, segundo quarto da vida, bem vinda Anna
Dentre tantos outros, hoje é um bom dia para falar sobre cerveja por dois motivos: é meu último dia com 25 anos (É ¼ já foi..) e também estou muito feliz porque no último dia 3, a família toda se reuniu para celebrar o aniversário de um dos meus irmãos e, na mesma tacada, celebrar também o nascimento de mais uma sobrinha, a quinta alegria da família, coisa linda do tio bobão. Meu coração agora tem mais uma dona e seu nome é Anna Clara!!!

Falando nisso, vamos fazer um momento fofura e ver uma foto das minhas duas queridas sobrinhas mais recentes, que fofura! À esquerda a Anna e à direita a Amanda:
Foto das sobrinhas Anna Clara e Amanda
Foto das sobrinhas Anna Clara e Amanda

Por que falar desta cerveja?
Hoje resolvi falar sobre minha garrafa Bierbaum, pois foi numa época como esta que a degustei. A garrafa 14, me lembra que, com a chegada do inverno, muitas coisas mudam; nós tendemos a fazer menos atividades ao ar livre, não dá mais para tomar sorvete a qualquer momento e  damos preferência para locais e comidas mais quentes, como um caldo de qualquer coisa, bem quentinho e, obviamente, cerveja, pois você precisa consumir mais líquido X-D. Sendo assim, vou falar então sobre esta Lager cuja memória me remete muito ao inverno. Bora lá então!


A Bierbaum, é uma cerveja de Santa Catarina, produzida na cidade de Treze Tílias, por uma família que preserva em seus produtos as características europeias, mais precisamente, vem de uma família originária da Áustria (que chique!) e que segue a famosa Lei da Pureza Alemã de 1516.
Foto da Bier
Não me lembro de datas, não me lembro exatamente de quantas cervejas degustamos (3, tenho quase certeza e tinha uma Dunkel também) e com muita facilidade me esqueço do nome do lugar, mas meu amigo Demian acabou de me lembrar aqui no Whatsapp, é a Padaria Chambery, que fica no Butantã. Me lembro de um dia, depois do trabalho, em que  Demian, Flávia e eu, decidimos ir à esta padaria que, nos dias frios e durante todo o inverno, oferece alguns caldos muito, mas muito gostosos e também tem uma bela carta de cervejas especias (e vinhos). Se você é de São Paulo e mora nas proximidades do Butantã, sugiro que você vá até lá com sua família ou amigos. O ambiente é bastante familiar e agradável e o atendimento é bom. Só o dono que não quis me dar um copo da Theresópolis, fiquei #chateado... Fica aqui então uma primeira dica ;-) (eu não estou ganhando nada para dar esta sugestão, juro!)
Foto da garrafa #14 na coleção
Garrafa #14 na coleção, uma das poucas em que eu me esqueci de pedir também a tampa


Tá, mas e a cerveja?

Voltando a falar da cerveja, trata-se de uma deliciosa Lager Catarinense de baixa fermentação, bastante refrescante e não muito amarga, que cria uma espuma bem cremosa e você poderia beber uns 50 litros, que não te faria mal (na verdade, faria sim  X-P e muito!). Mas, já que eu não sou o sommelier, não sou um grande entendido do assunto, separei alguns links que talvez você goste de conferir, só não se esqueça de voltar aqui depois:


  • O Site a Cervejaria: neste link você pode conferir um pouco sobre a história da Bierbaum e de sua cidade; é bem legal.
  • Um outro blog legal: aqui você vai ter uma descrição mais (bem mais) detalhada do que a minha e algumas curiosidades, como o nome da cerveja, por exemplo, que significa algo como “Árvore de Cerveja”.

As curiosidades
Para finalizar, vamos brindar esta cerveja falando sobre uma curiosidade do universo cervejeiro, que você pode conferir aqui no Livro dos Recordes, o Guiness Book. Cara, você já imaginou que uma pessoa é capaz de colecionar mais de 11.000 garrafas de cerveja? Haja espaço e eu quero ver ele se lembrar de todas as garrafas, de quando, onde e com quem bebeu, como eu estou fazendo (já não tenho mais onde guardar garrafa).. :D. É tipo o meu hobbie (está mais para vício) elevado a um extremo mester ninja!
Aqui neste outro site, você pode conferir mais sobre este doido que guarda tantas garrafas e outras curiosidades bem legais, como por exemplo a maior coleção de rótulos de cerveja, A cerveja mais forte, o lugar com a maior variedade de cervejas comercialmente disponíveis etc. Vale à pena conferir!
Quer mais?
Depois de ler essas coisas bem legais sobre cerveja aposto que você quer saber ainda mais, não é? então vou fechar esta postagem com mais uma dica: você gosta de ouvir podcasts? se sim, eu tenho o podcast que você procurava, o BeerCast. São uns caras bem legais falando sobre várias cervejas. Você vai ouvir e tornar-se especialista, vale muito à pena.



E aí, gostou da memória?
Obrigado por ler o post até aqui. Se não for pedir muito, curte aí e compartilha nas redes sociais ou deixe seu comentário aqui em baixo. ;-)


Quer ler mais?
O que acha de ler o último post?


Um abraço e até a próxima, cheers!

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Garrafas #12 - Kit Ultraje à Rigor, Du BOCQ Saison 1858 e Blanche de Namur - invadiram minha praia e vieram para ficar!

Nós vamos invadir sua praia e para nunca mais sair!

Montagem com rótulos e capa de CD
Montagem com rótulos e capa de CD

Presentes de aniversário perfeitos!
Penúltimo dia de férias e, já que falta pouco mais de duas semanas para eu ficar um ano mais velho, eu tirei um tempo para escrever mais uma memória, só que desta vez, vou falar de uma das mais especias, pois trata-se das lembranças que tenho guardadas nas garrafas de cerveja que ganhei no dia do meu aniversário, em junho de 2014. Digo que estão entre as mais especiais porque foi a primeira vez que ganhei esse tipo de presentes -  e que presentes, meu caro leitor! -  até então ninguém havia me presenteado com nada do tipo, ou seja, estava declarado, o Eduardo é um apaixonado por cervejas!

Pulando a ordem
Vamos dar um pulo na ordem das garrafas e vamos falar então sobre este presente!
Como de costume, os amigos do Apocalipse e meus familiares se reuniram para fazer uma surpresa e desta vez o aniversariante era eu, que já esperava a visita da galera, só não sabia onde e nem o horário. Então, depois do trabalho… Na verdade, na verdade mesmo, eu acho que não foi exatamente depois do trabalho... se não me falha a memória de formiga, devo ter passado em algum lugar, talvez o Food Park, no Butantã, com alguns poucos amigos da Somar, que queriam também celebrar a data comigo, e é quase certeza que eu me atrasei um pouquinho (2h) para ir à casa da Mônica, onde já era de se imaginar que todos estariam me esperando (estavam e putos), mas vamos esquecer este pequeno detalhe e digamos que foi depois do trabalho..

Surpresa!!!!
Então vamos, lá, como eu estava dizendo, depois de um dia comum de trabalho, ou seja, cheio problemas, pessoas ligando e coisas que não funcionam, me dirigi à casa da Mônica, onde ao entrar, fui recebido com um caloroso “parabéns para você” de todas as pessoas que mais amo nessa vida, as quais eu só não vou falar os nomes aqui por que não quero cometer o erro de me esquecer de alguém, mas basicamente essas pessoas se resumem ao meu querido grupo de teatro, o Apocalipse, meus pais, irmãos e sobrinhas, a família da Mônica e, como não poderia faltar, a Mônica, minha namorada.

Fotos da celebração com família e amigos
Fotos da celebração com família e amigos

Os presentes
Fui presenteado com um delicioso bolo, feito pela Mônica, sanduíches, feitos pela Sabrina Carvalho e, para beber, suco de uva, já que eu raramente (raramente mesmo) bebo refri, além, claro, da presença das pessoas mencionadas, tantas pessoas, que a Mônica ficou com medo de o bolo não ser o suficiente para todos, mas foi.

Kit Ultraje a Rigor
Agora, vou falar dos presentes que ganhei, as cervejas: primeiro recebi de Andros, Josina, Michele e Shirley um kit de cervejas da banda Ultraje à Rigor, que vem numa caixinha muito bonita, com 3 garrafas, sendo uma Bohemia Pilsner, uma Pale Ale e uma Weiss, uma taça, que até hoje está entre as mais bonitas que tenho e que faz muito sucesso quando meus amigos inventam de fazer  e servir drinques, e também uma camisa, que uso bastante. Como diz na embalagem: “Nós vamos invadir sua praia”, invadiram mesmo, excelente presente!

Kit Mr. Beer
O segundo presente veio da Mônica, um kit também da Mr. Beer, mas montado por ela, com a ajuda do vendedor. Na compra, ela disse que eu estava começando a me interessar por cervejas especiais, que gostava muito de experimentar e não abria mão de degustar a cerveja em seu próprio copo. Foi então que o consultor sugeriu que ela levasse “uma sem erro”, uma Witbier Belga, que já havia sido premiada em concursos de cerveja mundo a fora ou uma outra Belga do tipo Saison, que também já havia ganhado muitos prêmios. Na dúvida, ela levou as duas e mais uma taça muito bonita da Mr. Beer, que algum tempo depois infelizmente se quebrou, pois era muito frágil. Não preciso nem dizer que todos eles acertaram em cheio nos presentes, né!? gostei muito e deixo aqui uma mega dica de presente.

foto do Kit Mr. Beer com Du Bocq Saison, Blanche de Namur e taça
Kit Mr. Beer com Du Bocq Saison, Blanche de Namur e taça

Uma super dica!
Se você quiser saber detalhes sobre as cervejas, recomendo que visite a página do MR. Beer ou algumas páginas especializadas ( Kit Ultraje: Bebida Liberada, Comidas e Bebidas, All Beers. DU BOCQ -  Saison: Foto e Breja, World Beer Awards. DU BOCQ - Blanche de  Namur: Brejas, Folha Vitória, NonoBier ) e confira algumas opiniões de quem entende bem do assunto. Porém, para não deixar passar, eu diria que, no Kit Ultraje, dentre as três, a Weiss se destaca por que não causa tanta estranheza, quando você bebe, é mais suave até do que a Pilsen. A Pele Ale eu diria que vai bem para aqueles que tem o paladar mais aguçado e gosta de fazer combinações com pratos.
Agora, as DU BOCQ, essas vocês vai precisar estudar um pouquinho antes de degustar, ler sobre cada uma delas, para tentar entender quais são as características que as distinguem das demais e, só depois disso, degustar com calma, para tenter identificar toda a diversidade de sabores e aromas que elas oferecem. Mas o que fica na memória é o cheiro, a cor a espuma cremosa.. sem igual cara!.

Não vou me arriscar a falar de combinação com pratos, mas se você fizer uma boa pesquisa, isso não vai ser problema. De qualquer maneira, eu diria que ambos os presentes, são uma ótima sugestão, não tem como não gostar. Fica aí então uma dica, já que está chegando o dia dos namorados e talvez você ainda não saiba com oque presentear.

Um "plus a mais"
Para você que gosta de um Rock And Roll e aprecia conhecimento histórico, dê o play aqui neste som e conheça um pouquinho mais sobre a banda Ultraje a Rigor, você vai curtir:




E aí, gostou da memória?
Então curte aí e compartilha nas redes sociais ou deixe seu comentário aqui em baixo. ;-)



Cheers!!!

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Grarrafas #06 - Coruja, La Trappe, o iniciante e o "Mundo Novo"

Depois de conhecer uma trapista, você também vai querer ser um monge, aposto!

Montagem com os rótulos das cervejas Coruja e La Trappe
Coruja, La Trappe, o iniciante e o "Mundo Novo"

Memória de formiga!

Agora é que as memórias começam a falhar e, para piorar, e não tenho muitas fotos ou vídeos desse dia, o que dificulta ainda mais eu me lembrar das circunstâncias que me levaram a experimentar essas duas cervejas, salvo, claro, da incessante curiosidade deste que vos fala :-).


Neste ponto é que eu gostaria de me recordar bem daquele dia porque, se não me engano, era aniversário da Flávia Matioli e decidimos sair para celebrar, mas não tenho muita certeza disso porque, à partir de um certo momento, criamos uma espécie de grupo de degustadores de cervejas especiais no trabalho e não precisávamos (e ainda não precisamos) de uma data especial para nos reunir, basta apenas “dar na telha” e alguém mandar a mensagem no WhatsApp que logo o grupo se organiza. Porém, se houver uma data especial então, aja cerveja e vinho para essa turma, Jéssica e Rafa, companheira e ex-companheira de trabalho, respectivamente, que lhe diga!



Mais um aniversário
Mas vamos lá, vamos dizer que sim, era aniversário da Flávia. Eu tenho quase certeza de que estávamos reunidos naquela ocasião para cantar parabéns para nossa querida amiga. Só pode ser esta a razão para ter tantas pessoas, pois a Flávia é uma pessoa daquelas que você não encontra todos os dias por aí, então você valoriza e quer sempre ter por perto. Falando nisso, aproveito e mando um abraço para minha querida amiga, companheira de labuta, pois estou de férias e, claro, com saudades de sua companhia; um abraço, Flávia, e calma, eu vou voltar! :-P

O que me lembro mesmo é que minha coleção de garrafas ainda estava bem pequena e eu não havia pensado em juntar tantas delas; não tem muito tempo que decidi que queria fazer um blog e até algum tempo, eu só guardava as garrafas para me recordar desses momentos especiais. Hoje, porém, tenho muitos outros planos para elas, as garrafas, que ainda me servirão para muitas coisas e eu espero que você um dia veja o que pretendo fazer, vai ser bem legal :-P.


As escolhas de um iniciante
Então, já que minha memória não é de elefante e está mais para memória de formiga, vou me concentrar naquilo que me vem à mente sempre que olho para as duas garrafas que me levam àquela ocasião, a da La Trappe e a da Coruja. Depois de um dia normal de trabalho, nos reunimos primeiro num restaurante onde costumávamos almoçar chamado Terra da Garoa, no Butantã, mas o ambiente não era dos mais agradáveis para nós e por essa razão decidimos “pular de bar”, fomos para um outro bar vizinho onde você pode encontrar muitas cervejas especiais, como Erdinger, Colorado, Faxe, La Trappe, Coruja, dentre outras. E é deste bar que guardo as memórias que dificilmente vão se apagar.


Estávamos reunidos, conversando e celebrando como bons companheiros de trabalho e acredito que a cerveja na mesa era a Original, que não é ruim, porém, como eu estava começando a descobrir este novo mundo das cervejas especiais e ali havia muitas delas, eu facilmente fui fisgado. Mas, em meio a tantos rótulos, como um iniciante pode escolher? Não adianta muito explicar as diferenças entre cada tipo ou escola cervejeira diferente por que tudo vai soar como sopa de letrinhas japonesas, então eu decidi pela embalagem e escolhi, junto com os amigos da mesa, as mais bonitas e curiosas.


foto da La Trappe e Coruja na Coleção de Garrafas
La Trappe e Coruja na Coleção de Garrafas

Depois de uma Erdinger, degustamos uma Coruja, que vem numa garrafa que se distingue fortemente das demais por ter um formato bastante diferenciado e, para alguns, lembra uma garrafa de remédio em tamanho gigante; para mim lembrava mais uma garrafa de Sakê de um pirata dos mais antigos e dos mais caricatos. O preço da garrafa, cerca de R$ 30,00 espantou um pouco, mas o sabor agradou a quase todos à mesa, mas não me pergunte o tipo e as características dessa Coruja, só me lembro que gostei e ainda vou experimentar os demais tipos que eles fabricam.


A recompensa
Muitas pessoas não gostam e/ou tem receios em relação à cerveja e não adianta forçar a barra, é melhor deixar que cada um decida por si mesmo o que quer ou não fazer. Mas é muito legal quando você vê alguém degustar uma cerveja especial pela primeira vez e dizer “Nossa, é gostoso mesmo, que diferente!” e essa é a recompensa de quem escolhe algo para seus amigos, você só quer dar às pessoas algo de que elas gostem e guardem consigo.


Chutando o balde!
Na sequência, decidimos chutar o balde, queríamos a garrafa mais “cheia de estilo”, mais clássica, mais elegante, tudo isso sem ao menos conhecer a cerveja da qual comentávamos, fizemos tais julgamentos apenas ao olhar para a garrafa. O preço chegou a espantar por alguns instantes, mas logo superamos isso e chamamos o Garçom, que não demorou a elogiar a cerveja “Essa La Trappe é a melhor bebida da casa, tem pessoas que vem aqui só por causa dela”, dizia ele, e com certeza as trapistas fazem jus à fama porque são consumidas de uma maneira muito diferente, começando pela taça, depois (e isso eu só observei muitas degustações depois) pelo sabor, que se diferencia, não há nada igual, as trapistas são as melhores e sem falar da história dessa escola cervejeira. Se você não conhece, basta dizer que é uma receita monástica, ou seja, produzia por monges e repassada de geração em geração. Há apenas 11 monastérios que a produzem, o que a torna ainda mais especial.


As trapistas são especiais
Me lembro que minha sugestão foi impulsionada por um comentário feito pelo Demian alguns dias antes, quando falávamos sobre tipos de cerveja, em que ele me disse gostar muito das trapistas e que estas são cervejas muito especiais. E são mesmo, eu pude confirmar isso. Atualmente as trapistas, sobretudo a La Trappe, são as que mais me agradam e eu aguardo ansiosamente pela próxima promoção maluca do pão de açúcar, para poder comprar mais.


Dica para os cervejeiros de plantão
Eu recomendo que você conheça este bar por que, além do menu com uma boa quantidade de cervejas especiais e além de também ser um bom restaurante, eles fazem algumas promoções do tipo "leve 3 cervejas e ganhe um copo" e, só nessa, eu já trouxe para casa 3 copos, sendo dois da Faxe e um da HB. A localização também é muito boa, fica quase na frente do metrô Butanã, há policiais circulando com bastante frequência pela região, tem táxi e ônibus praticamente na porta. Outra coisa que posso dizer é que considero o preço justo, ou seja, eles não cobram o 'olho da cara', como estamos acostumados a ver por aí.
Imagem do Vital Bar, retirada do GoogleMaps
Vital Bar - Imagem retirada do GoogleMaps


Gostou da memória?
Então curte aí e compartilha no nas redes sociais ou deixe seu comentário aqui em baixo. ;-)

Cheers!!!

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Garrafa #05 - Burgman: Como as cervejas especiais se destacam no meio de gigantes

Budweiser? não! Bohemia? não! Brahma? não! Heineken? Não! Stella Artois? Não! 

Qual você quer então? Eu quero a Burgman!!!


Montagem com as marcas de cerveja
Montagem com as marcas de cerveja

 

 O Grupo Apocalipse

Uma coisa que meu grupo de amigos faz por aqui, quase que religiosamente, é celebrar os aniversários de cada uma das pessoas que o Apocalipse, nosso grupo de teatro, reuniu e  formou quase que uma família ao longo dos últimos 7 anos, até o momento em que conheci a Burgman. 

Em meio a tanto trabalho, estudos, trânsito (Coisas que não se aplicam ao Cláudio), sempre tiramos uma grande parte do nosso tempo para planejamos uma surpresa e estar com a pessoa de quem gostamos, sobretudo, no dia de seu aniversário. Fazemos uma “vacona” para comprar o bolo, sucos (já que, até aquele momento, a maioria dos amigos sabia que eu não gostava muito de cerveja e não bebia mais refrigerantes há cerca de um ano, coisa que eu recomendo que você também faça), refrigerantes, às vezes salgados, quando era tempo de vacas gordas, ou seja, início de mês, combinamos o local e horário e fazemos uma pequena festa surpresa.

SMS que não acaba mais
Uma coisa curiosa é que, como todo mundo estava ocupado com seus afazeres durante o dia e cada um em um lugar diferente, a comunicação era feita por meio de troca de mensagens de celular, os famosos torpedos. Acho que o WhatsApp ainda não estava tão em alta por aqui e nem todos já dispunham de smartphones, então trocávamos muitos SMS’s.

Para nossa alegria, todas as operadoras ofereciam promoções, nas quais era possível enviar até 300 mensagens por dia, por exemplo, e era assim que muitos assuntos do grupo eram resolvidos,. E os assuntos eram dos mais variados, como quem iria comprar maquiagem, materiais para a confecção e montagem do cenário, quem iria preparar e cuidar da cantina na próxima festa ou ainda quem poderia ir à uma reunião com um possível patrocinador, como andava a divulgação do próximo espetáculo ou festa etc.

Era mensagem chegando e saindo o tempo todo, o celular não parava e, acredite, 300 mensagens para cada um de nós não era o suficiente e muitas vezes a franquia terminava, ou seja, para mandar mensagens de novo, só depois da meia noite.

WhatsApp veio para ficar!
Ainda bem que inventaram o WhatsApp e, o melhor, de graça. Dava para enviar áudio, vídeo, imagem, o que facilitou muito a nossa comunicação, mas acabou trazendo alguns pequenos inconvenientes como a quantidade de mensagens, por exemplo, o que fez necessário a criação de grupos. Atualmente temos o grupo onde mandamos muitas piadas, o grupo onde tratamos assuntos relacionados ao Grupo Apocalipse e também grupos temporários, onde combinamos os aniversários. Enquanto escrevo este texto, por exemplo, a bola da vez é a Michele; acho que ela vai gostar das surpresas que estão preparando. :-D

No meio de tantas cervejas, a Burgman
Foi num desses aniversários que conheci a Burgman. Era aniversário da Shirley e naquela ocasião não houve tanta troca de mensagens porque nosso amigo Josi, que era recém casado com a aniversariante, se mais uma vez não me falha a memória, cuidou de tudo. O Josi é, como costumamos brincar, nosso amigo rico e levou tudo de Boituva: o bolo, que estava uma delícia e as cervejas, várias. Para não dizer que não levamos nada, acho que levamos alguns salgadinhos.
Burgman Red Ale
Burgman Red Ale

Cada um com a sua
Tinha Heineken, a preferida do Andros e Michele, Bohemia, que eu gostava bastante e a qual bebi muito no casamento deles alguns dias antes (“Mano, tem Bohemia, o Josi e f*%@!”) e mais algumas outras. Porém, antes de sair de Boituva, cidade onde trabalha, o Josi passou em um empório e comprou duas cervejas especiais, ambas Burgman, uma Lager e uma Red Ale.

Eu fiquei felicíssimo com a novidade e, depois de beber, pedi as garrafas e as guardei, mesmo sem ainda saber o porque estava guardando. Naquele momento a ideia de guardar a garrafa era algo que que fazia por que o Demian guardava na Somar, empresa onde trabalhamos, algumas latinhas de cerveja que bebeu durante suas viagens pela Europa e Estados Unidos. Eu gostava de ficar olhando para aquelas latinhas e, como tinha espaço na Somar, resolvi guardar garrafas também.

Hoje já sei muito bem porque guardo tantas garrafas, mas já não há mais nenhum espaço na Somar e nem em minha casa, o pouco espaço que resta na casa da Mônica vai acabar em breve, ou seja, em breve terei um problema para resolver.. :-)

Ainda não conhece a Burgman?
Se você estiver curioso para conhecer melhor esta cerveja, acho que vale à pena passar em um empório e experimentar. É uma boa cerveja, fabricada em Sorocaba, se não me engano, e são produzidos muitos estilos nesta cervejaria, a qual estou planejando visitar durante as férias.

Burgman, a escolhida
Burgman, a escolhida

 
Gostou da memória?
Então curte aí e compartilha no Facebook ou deixe seu comentário aqui em baixo. ;-)

Cheers!!




terça-feira, 28 de abril de 2015

Garrafa #04 - Ouropretana: Uma cerveja especial, um momento inesquecível

Você já realizou um sonho que carregava desde criança?

Montagem com escultura de Aleijadinho e garrafa de Ouropretana
Montagem com escultura de Aleijadinho e garrafa de Ouropretana

Cerveja e cidade igualmente especiais
Cara, beber a cerveja que carrega o nome da cidade onde você sempre quis ir, sentado nas escadarias do monumento erguido em memória de um dos personagens mais importantes da história de nosso país, de frente para o Museu da Inconfidência, sentindo o vento refrescante de um fim de tarde quente e ensolarada, depois de andar pela história do lugar é algo realmente marcante, que você carrega por toda a vida.


A primeira Pale Ale a gente nunca esquece
Foi a primeira vez que bebi uma Pale Ale e naquele momento eu já sabia que o “Ale” fazia alusão a cor avermelhada deste liquido sagrado. Eu não queria que aquele momento acabesse e aproveitei até a última gota da cerveja e do momento. Para mim tudo era uma coisa única, tanto o que passava pelo meu olfato e paladar, quando o que os meus olhos, ouvidos e tato registravam. 

Mônica e eu podíamos passar horas ali, sentados, com o olhar perdido e nem precisávamos falar nada um ao outro para que o momento fosse especial, bastava ficar olhando, adimirando. Cada curva, cada parede tinha uma história que queríamos conhecer. Para nós, aquelas construções tão lindas, as ruas, as cianças saindo da escola, os carros passando pelas ruas estreitas, os guias esperando pelo próximo turista curioso, as luzes se acendendo, não eram elementos que compunham uma cidade e sim um espetáculo vivo e vibrante. Estávamos ali como os mais curiosos observadores, atentos ao menor sinal de movimento ou encantados com aquilo que era estático, porém não menos vivo.

A Praça Tiradentes
Chegamos à praça por volta de 17h e ali mesmo, num dos estabelecimentos tomamos um cappuccino, onde notamos que haviam muitos turistas estrangeiros, e depois pedimos uma cerveja, para beber mais tarde. Estávamos cansados, mas decidimos ficar por ali mesmo, naquela bela praça. Acho que foi uma decisão bastante acertada porque nós já havíamos conhecido muitos pontos importantes da cidade, mas faltava ainda sentir a atmosfera do ambiente que nos rodeava. Até de olhos fechados aquilo era algo prazeroso. 
Eduardo degustando uma Ouropretana na Praça Tiradentes
Conhecendo a Ouropretana em Ouro Preto-MG

Ficamos ali por umas duas horas e só saímos quando já era noite. Naquele momento o espetáculo ficou ainda mais reluzente e convidativo, não demorou muito e logo estávamos de volta. A cerveja que seria para depois não demorou muito para ser experimentada com a mesma curiosidade com a qual observávamos a cidade, na verdade foi a “cereja do bolo”, o toque final.

Cerveja, cereja, bolo.. isso me lembra outras histórias, mas fica para mais adiante..

Presentes para os amigos
Eu gostei muito da cerveja e por isso resolvi trazer algumas para dois amigos e mais uma para mim. Como por aqui é costume levar lembranças de viagem e presentear pessoas que ficaram esperando a sua volta, Mônica e eu trouxemos muitos presentinhos para nossos amigos e familiares, mas dois desses amigos foram presenteados com Ouropretanas: O Demian Calderon, meu chefe na Somar e um grande cara, de quem eu ainda vou falar bastante por aqui, que ficou com uma Red Ale, se não me falha a memória, e o Andros Lima, até então um colega, namorado uma grande amiga nossa, a Michele Araújo. Até aquele momento eu não poderia dizer que o Andros era meu amigo, pois ele era recém chegado na turma, mas eu já sabia que ele tinha vindo para ficar, por isso o presenteamos com uma Pilsen. Tanto Andros, quanto o Demian, não sei se beberam as cervejas, mas sei que gostaram bastante do presente.


Eduardo em Ouro Preto, desgustando uma Ouropretana
Conhecendo Ouro Preto, degustando uma Ouropretana

E a cerveja, é boa?
Claro que dizer se algo é bom ou não depende muito dos gostos de cada pessoa, mas se você não tem medo de arriscar, recomendo a Amburana, cerveja forte, para paladares mais exigentes. As outras que experimentamos (trigo, pale ale e pilsen) são muito agradáveis e com certeza valem à pena você ir a um empório e conhecer, mas se quiser fazer à pena mesmo, deixe para conhecer quando for à Ouro Preto, aproveite e vá visitar a fábrica, com certeza você vai gostar da experiência.


São não se esqueça de voltar aqui no blog e me contar sobre as memórias que você vai trazer de lá.



Gostou da memória?
Então curte aí e compartilha no Facebook ou deixe seu comentário aqui em baixo. ;-)


Cheers!!!

Garrafa #03 - Backer: Uma cerveja de trigo, servida em seu próprio copo, no berço da Inconfidência mineira.

Você também se sente fisgado por uma embalagem bonita, bem apresentada, mas fica se perguntando sobre o conteúdo?Foi o que aconteceu com a Backer, de acordo com uma inscrição na caixa, a primeira cerveja especial de Minas Gerais. 


Montagem com rótulo da Cerveja Backer
Backer




Toda panela tem sua tampa, toda cerveja tem seu copo...
Você, que com certeza também é apreciador de cervejas artesanais, também deve pensar que beber uma cerveja em seu próprio copo e saber o porque disso, realmente torna a experiência muito mais memorável. Foi justamente o que aconteceu na primeira vez que bebi esta cerveja, na ocasião, uma Backer de trigo.

Até então eu já não tinha mais tanta aversão às cervejas, mas este foi um dos fatores marcantes que me fizeram passar a buscar reviver essa experiência muitas outras vezes depois. Sendo assim, já no dia seguinte, depois de ter experimentado essa bela cerveja e antes de pegar estrada de volta para casa, Mônica e eu passamos em uma loja de presentes, onde vendiam iguarias mineiras e compramos muitas Backers, uma caixinha para nós e outra para o Juninho e a Tati. Eu não queria que tivessem acabado.. :´(

Um presente para ser vivido
Nós guardamos nossas Backers para beber como nosso amigo Cláudio Ordônio, que ficou enciumado porque trouxemos presentes para alguns amigos, exceto para ele, que é nosso melhor amigo. Ele não sabia que havíamos reservado um desses momentos para compartilhar com ele.

Era uma noite de sábado, junho de 2014, se não me falha a memória, estávamos na calçada da casa da Mônica e esolvemos abrir as cervejas ali mesmo  e ficamos um bom tempo jogando conversa fora. As pessoas passavam pela rua e nos viam bebendo, o que para muitos não era algo muito legal; eu nem me importava. Naquela mesma noite houve um evento na igreja onde frequentávamos chamado “Barzinho de Jesus”, nome do qual eu não gosto, mas o evento em si é bem legal. Algumas bandas se apresentam e cantam músicas religiosas que os jovens da igreja gostam bastante de ouvir e cantar juntos.

Já não temos mais idade para isso...
Nós fomos a este evento, mas não ficamos muito, já não era mais o lugar onde queríamos estar, acho que isto se deu devido à nossa idade. Ambos já estávamos na casa dos 25 anos e aquilo já não era mais o que nos atraía, as pessoas ali eram muito jovens, não dava para ficar. Por isso mesmo resolvemos convidar o Cláudio para ir à casa da Mônica e beber todas as cervejas. As garrafas não eram das maiores e por isso a quantidade de cerveja não era o suficiente para deixar nenhum de nós alterados. O Cláudio é um beberão e dificilmente fica bêbado. Me lembro que ele não gostou muito de todas, pois aqueles sabores eram novidade, mas gostou bastante da cerveja de trigo, a grande novidade, e da pilsen, que com certeza era diferente do que se via (e ainda se vê por aí), mas como era de se esperar, ele ficou muito feliz com nosso gesto.

Uma foto para o Twitter
Como ele estava (e deve estar até hoje) com mania de postar fotos no Twitter, logo fez uma foto que foi para sua página. Por sinal, é a mesma que estou postando aqui no blog.
Uma caixa com 4 Bäckers diferentes
Kit com algumas Backers

Se não me engano, ainda saímos naquele dia porque o cachaceiro queria mais bebida e comida.

Um conselho 
Se você convidar o Cláudio para um jantar em tua casa, faça bastante comida ;-)


Para finalizar
Se você está começando a conhecer este universo de cervejas especiais, recomendo que experimente uma Backer, não é difícil de encontrar e eles tem uma produção bem consolidada. Depois, fique a vontade para voltar aqui no blog e compartilhar sua experiência.
Ou, se você já é um conhecedor ou conhecedora, comente aqui no blog e diga como conheceu a Backer.



Gostou da memória?
Então curte aí e compartilha no Facebook ou deixe seu comentário aqui em baixo. ;-)

Bäcker de trigo servida em seu próprio copo
Uma Backer de trigo


Mônica degustando uma Bäcker de trigo em Ouro Preto-MG
Copo da Backer


Cheers!!!